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Eu te disse, eu te disse!

O IAB Brasil ontem finalmente resolveu sair do muro e peitar o mercado de publicidade ao divulgar uma nova estimativa de investimentos em publicidade online que inclui Busca. A apresentação feita no evento está disponível no site do IAB Brasil.

Demorô!

Venho batendo nesta tecla desde 2008: com Busca o mercado dobra de tamanho. E, em 2009, fiz um novo post que gerou bons comentários. Na mesma época a revista ProXXIma trouxe uma matéria sobre o assunto.

Inclusive um deles, de autoria de Rodrigo Almeida ( a quem não conheço), dizia ” Taí um modo sem inteligência de se trabalhar com os números do mercado e utilizá-los do modo que melhor convém.Aproveita-se de uma defasagem de dados claros do mercado online.” .

Pois é…

Não foi divulgada uma fonte oficial para a estimativa, que vem de consultas a executivos e empresas de destaque do mercado. Mas tendo o Presidente do Google à frente do IAB, a estimativa não tem como estar errada.

Outro ponto a se destacar é que o dinheiro de Busca é “não contabilizado”, já que os mecanismos de busca não declaram estes valores no projeto Intermeios, especialmente o Google. Isso apenas aumenta o bolo publicitário brasileiro.

Ao Rodrigo, aos demais que comentaram o post e ao mercado, só posso dizer: eu te disse, eu te disse!

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Quanto vale a internet no Brasil?

A Época Negócios que está nas bancas traz uma ótima reportagem de Guilherme Felitti sob o título “A Década Digital Brasileira”. O Texto aborda o crescente interesse de empresas internacionais em operar localmente, pegando principalmente a “rixa”entre Google e Facebook.

Acompanhando a reportagem, o site da revista publicou um ótimo vídeo com dados globais sobre a internet em nosso país nunca antes compilados juntos. Vale conferir!

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Cada um no seu quadrado

Nunca escondi minhas críticas a ABRADi, APADi, AGADi e demais entidades dessa franquia. São dois os principais motivos:

1. Seus membros se intitulam agências, quando na sua maioria são produtoras. Como já escrevi anteriormente agência pressupõe você agenciar alguma coisa, conforme diz o Aurelio “é empresa especializada na prestação de serviços e que desempenha, em geral, função intermediária e agência de propaganda é empresa de serviços que planeja, executa, distribui e controla a propaganda comercial dos seus clientes”. No caso, a maioria das empresas aqui são produtoras e desenvolvedoras de soluções. O que não é nenhum demérito, apesar delas não gostarem de ser chamadas assim e discordarem do meu ponto de vista. O próprio CENP concorda comigo, ao negar certificação a boa parte das empresas que atuam em publicidade online no Brasil.

2.O mercado publicitário já tem diversas entidades que representam agências, como ABEMD, Grupo de Mídia, ABAP e, no lado digital, o IAB, que tem entre seus filiados as maiores agências e produtoras do país.

Bem, esta semana a APADi lançou um Manual de Serviços Digitais, cujo objetivo – louvável diga-se de passagem- é criar uma tabela de referência para precificar projetos digitais. Porém pode ser um tiro no pé.

Peguemos o caso de SEO, por exemplo. A tabela fala em 2 mil reais para planejamento e mil reais como mensalidade em projetos de no mínimo 6 meses. Ora, por mais que esses valores sejam piso ( “a partir de”) qualquer um que tenha o menor conhecimento no assunto sabe que esses preços são absurdos, inviáveis mesmo para qualquer projeto que se preze. E o prazo idem. SEO não é ciência espacial, mas é bem mais complexo do que colocar meia dúzia de metatags e comprar alguns links.

Por mais que as empresass afiliadas a entidade tenham custos baixos, esses preços são impraticáveis, a menos que o projeto seja entregue ao “sobrinho do primo do amigo”.

Outro erro crasso é precificar links patrocinados pelo número de palavras. Se você paga apenas pelo clique, por que limitar listas?

Não resta dúvida que as maiores empresas e profissionais importantes de SEM não foram ouvidos para colaborar na criação desses preços.

Enfim, não posso opinar quanto ao preço dos outros serviços do Manual, mas por melhor que seja a iniciativa, em relação a SEM esta tabela de modo algum “traz valores mais próximos da realidade do mercado paulista”, como diz o Michel Lent, por exemplo.

Fico imaginando se a Ogilvy, onde meu amigo Michel é diretor, vai cobrar esse valor ou algo próximo de seus clientes. Acredito que não.

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Comparativo entre ferramentas para automação de links patrocinados

Possivelmente um dos pontos que mais prendeu a atenção da audiência em minha apresentação no Searchlabs foi o quadro comparativo entre algumas ferramentas de Bid Management e administração de campanhas de links patrocinados.

Reproduzo o quadro abaixo para aqueles que estavam pedindo o material.

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Sobre o Searchlabs

Infelizmente não tive como ficar os dois dias no Searchlabs. Mas o pouco que vi me agradou, especialmente para um primeiro evento, de organizadores jovens e muito comprometidos.

O evento contou com 3 salas simultâneas, o que pode ser questionado: o auditório principal, onde estava os convidados internacionais, com certeza ficou lotado o tempo todo.

As outras duas salas alternavam entre cheias e vazias – no meu caso, ela estava cheia quando falei.
🙂

Sala vazia desanima qualquer palestrante, por melhor que seja o material que ele tem a apresentar.

Espero que o evento se repita ano que vem e possa contar com maior apoio dos grandes veículos do mercado, pois potencial ele tem. Há detalhes mínimos na organização que podem e precisam ser aprimorados, caso o evento ganhe mais corpo.

Parabéns a todos os envolvidos!

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Porque os termos mais buscados no Google são marcas

Já faz uns dias a mídia noticiou que o Google revelou os termos mais buscados de 2009, inclusive no Brasil.

Entre os termos mais populares estão marcas e algumas palavras genéricas: Orkut, youtube, Hotmail, baixaki, Yahoo, globo, UOL, tradutor, jogos e MSN. Ou seja, alguns dos sites mais visitados do país.

Estranho? Nem tanto.

Minha análise: as versões mais atuais dos principais navegadores permitem que você procure termos ou no próprio campo de digitar a URL ou em barra de ferraments específicas.

Daí, em vez de digitar a URL completa, a preguiça leva as pessoas a fazer a busca e clicar no resultado.

Afinal, a maioria dos termos mais populares na pesquisa são marcas bastante conhecidas, o que eventualmente dispensaria uma busca mais específica, concordam?

(ninguém falou, mas é claro que há um filtro em relação a esses resultados para excluir termos de cunho digamos…duvidoso ou adulto. Já tratei sobre isso em um post de 2006).

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Qualquer semelhança é mera coincidência


(da esquerda para a direita) Larry Page, Eric Schmidt, Sergei Brin


(da esquerda para a direita) Guilherme Gomide, da Mídia Digital, Marcelo Sant’Iago, da iProspect, e Thiago Bacchin, da Cadastra.

A segunda foto ilustra matéria sobre marketing de busca na revista Dinheiro.

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