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Quanto vale a internet no Brasil?

A Época Negócios que está nas bancas traz uma ótima reportagem de Guilherme Felitti sob o título “A Década Digital Brasileira”. O Texto aborda o crescente interesse de empresas internacionais em operar localmente, pegando principalmente a “rixa”entre Google e Facebook.

Acompanhando a reportagem, o site da revista publicou um ótimo vídeo com dados globais sobre a internet em nosso país nunca antes compilados juntos. Vale conferir!

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Mensagens que andam: particularidades do mobile marketing

Recentemente dei uma entrevista para a newsletter da Virid, especializada em soluções de relacionamento digital via email marketing. O tema foi mobile marketing e, salvo engano meu,  foi a primeira entrevista que dei apenas sobre o tema. Confira abaixo:

1. Nos EUA, o mercado de dados para aplicativos móveis cresceu 23% em 2010 e atingiu a marca de US$ 1,49 bilhão. Diante dessa expansão, como você avalia o atual cenário do mercado global, e onde acredita que estejam as melhores oportunidades?

O celular, sem dúvida, é o único equipamento que está com você o tempo todo, e os smartphones hoje permitem uma série de atividades que antes era possível fazer apenas com outros equipamentos. Assim, há diversas oportunidades no horizonte, como a geolocalização e códigos 2D – que podem ser muito eficientes na realização de promoções – e a busca, que apoia com conveniência o ecommerce, por exemplo.

2. E no Brasil, estamos em dia com as tendências internacionais? A exclusão digital representa um entrave muito grande ao desenvolvimento de novas ações?

Acredito que o celular será responsável pela inclusão digital de boa parte da população, que nem passará pelo computador. Com a criação de planos mais populares, o acesso tende a aumentar. Em termos de negócios, aqui, como em todos os lugares, o mobile marketing ainda carece de uma padronização de formatos e métricas, assim como aconteceu nos primeiros anos da internet.

3. Voltando aos EUA, em 2010, pela primeira vez, as vendas do segmento de smartphones superaram as vendas do segmento de computação. No campo do mobile marketing, são os smartphones também as plataformas mais atrativas para o consumidor? Por quê?

Sem dúvida. Como eu disse anteriormente, o celular está sempre ao seu lado e graças a ele você consegue realizar uma série de atividades antes realizadas apenas via computador. Agora, com os novos tablets incorporando funções de telefone, o desafio segue cada vez maior para profissionais de comunicação e marketing… É um mercado em ebulição, e a cada dia vemos novas opções e plataformas. Isso às vezes dificulta o trabalho de comunicação, mas abre uma miríade de oportunidades!

4. E os tablets e e-readers, têm potencial para ameaçar os celulares inteligentes?

Ambos são muito recentes e ainda em evolução, mas seu impacto já foi sentido pela indústria de computadores, haja visto a enorme queda das vendas de netbooks e o crescimento dos tablets. Imagine que 70% das pessoas que compraram o iPad 2 na semana de seu lançamento não possuíam a versão anterior, e isso mostra o aumento do interesse pelo equipamento. Se você considerar que em 2010, pela primeira vez nos EUA, acessou-se mais notícias via online do que no papel, você tem aí o impacto que esses equipamentos terão na vida das pessoas.

Continue lendo a entrevista no site da Virid.

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Os moribundos da publicidade online

Recentemente, diversos especialistas internacionais têm comentado sobre tecnologias que até bem pouco tempo eram consideradas inovadoras e hoje estão no limbo: Second Life, podcast e RSS são os mais citados.

O podcast que ia acabar com o rádio caiu no esquecimento; o RSS nunca decolou e agora com Twitter então… e o Second Life… bem, este dispensa comentários, certo?

Leia o artigo completo na edição de setembro da Revista ProXXIma ou no Webinsider.

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Fala sério, ninguém tem memória, não?

Semana passada o Caderno Propaganda & Marketing trouxe uma matéria sobre a criação de um código de auto-regulamentação de email marketing.

Nesta semana, Silvio Lefèvre, colunista do mesmo veículo, escreve em sua coluna , chamada Derrapadas, sobre o mesmo assunto dizendo que “É importante esclarecer que esta afirmação deveu-se a um mal-entendido, pois o que existe por ora é apenas uma minuta, ou seja, um documento de trabalho, que está sendo submetido a estas e outras entidades para análise e revisão.”

Fala sério, ninguém tem memória, não?

Em 2003, quando eu era presidente da AMI (atual IAB Brasil), foi desenvolvido trabalho semelhante e foi lançado o CÓDIGO DE ÉTICA ANTI-SPAM E MELHORES PRÁTICAS DE USO DO E-MAIL MARKETING E MENSAGENS ELETRÔNICAS, que foi assinado por AMI, ABEMD, ABRANET, Câmara Brasileira de Comércio eletrônico, entre outras entidades.

Documento esse que continua até hoje disponível no site do IAB Brasil.

O Código foi lançado em uma coletiva de imprensa no dia 11 de novembro de 2003, que contou com a presença dos presidentes das entidades signatárias (incluindo Efraim Kapulski, presidente da ABEMD já àquela época) e da dra.Patrícia Peck, responsável pela redação final do material com o apoio de outros advogados das demais entidades (Aliás, pelo que entendi ela está envolvida nessa nova iniciativa).

O projeto de 2003 foi notícia em diversos órgãos de imprensa, como o jornal O Globo e teve o apoio também do Comitê Gestor da Internet Brasileira, que publicou matéria a respeito.

E mais, até foi criado um site para receber as denúncias, que ainda continua no ar.

O Grupo Brasil Anti-Spam infelizmente não teve sucesso no longo prazo, caindo no esquecimento devido a questões políticas sobre quem deveria liderar os trabalhos de recolhimento de denúncias, vaidades pessoais e imaturidade do mercado.

Mas, a bem da história e em reconhecimento a Cid Torquato, Antonio Tavares, Antonio Carletto, Gil Giardelli, dr.Renato Opice Blum e demais envolvidos no imenso esforço de 2003, o que se discute hoje não é uma iniciativa inédita de auto regulamentação; e muito me surpreende que o documento criado há 5 anos não sirva como base para a nova discussão.

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