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Adnetworks&exchanges: as principais notícias da semana

Como as fontes sobre o assunto são escassas no Brasil, decidi organizar um resumão do que de mais importante aconteceu semana passada. Pretendo postar sempre às segundas-feiras. Sugestões, comentários e links interessantes para publicação são bem-vindos.

Será que vale a pena criar uma newsletter?

Qual o conteúdo mais acessado por cada faixa etária?

A Navegg, a primeira empresa brasileira totalmente dedicada à segmentação de audiência online através da análise de comportamento de navegação, analisou o comportamento de pessoas na faixa dos 17 a 34 anos. Confira os resultados.

Confessions of an Ad Tech man

Jonah Goodhart, um dos primeiros investidores da Right Media, fala sobre o que ele entende ser o principal problema da mídia online, que é a premissa de que as pessoas precisam clicar em anúncios. Leia o texto em inglês

WPP vai às compras no Japão

A WPP planeja adquirir a DAC Consortium, empresa de tecnologia de mídia que entre seus produtos possui tecnologia DSP e SSP. Texto completo em inglês

DoubleVerify recebe investimento de 33 milhões de dólares

A empresa verifica se sua campanha está sendo entregue corretamente – e não em sites fraudulentos- ou em desacordo com o plano de mídia. Algo que seria perfeito para o mercado brasileiro, aliás. O texto completo em inglês aqui.

Microsoft Exchange estréia na Austrália e mercados da Ásia-Pacífico.

Marc Barnett, Director of Specialist Sales, APAC Microsoft Advertising conta todos os detalhes em uma boa entrevista.

Mobile Ad Networks trabalham para defender seu modelos de negócios

Com sanções impostas pela Apple que limitam a identificação de hábitos de navegação em aplicativos distintos, a Velti Mobclix Exchange, MdotM, Jumptap, InMobi  uniram-se em um esforço para contornar o problema e manter a capcidade de monitoramento em aplicativos rodando o iOS5. Leia a história completa em inglês.

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As inevitáveis considerações sobre o iPad

Bom, se o Steve Jobs falou que o iPad é “mágico e revolucionário” não sou eu quem irei discordar, certo?

Não quero ser extremamente radical como quem comparou o iPad a uma pedra, mas, apesar da empolgação de Apple fan boys como o Neto, é preciso ser um pouco frio e considerar os prós e contras do novo produto.

Teclado Virtual – desculpe, mas é uma porcaria. Quem tem iPod Touch ou iPhone sabe disso e só não reconhece quem não quer. Digitar no iPad não me parece a coisa mais fácil e confortável do mundo, a ponto de terem incluído uma entrada para teclado físico.

Uma coisa de cada vez – não ser multitarefas talvez seja o ponto mais crítico ao se competir com netbooks, que podem realizar várias tarefas simultâneas como os computadores “normais”. Isso quer dizer que não posso ouvir música enquanto leio, por exemplo. Mas acredito que isso obviamente irá mudar no futuro.

Periféricos – como não tem porta USB, de que forma vou conectar minha câmera? Parece bobagem, mas não é: se você é um jornalista cobrindo um evento, por exemplo, a coisa será complicada, já que o iPad não tem câmera própria.

Por outro lado são vários os pontos positivos: sem dúvida a interface, o design, qualidade de imagem, o conteúdo (boa parte ainda a ser criado) e a portabilidade são incríveis. E realmente, como foi dito na coletiva e no vídeo do produto, ele vai gerar uma “nova corrida do ouro” para os desenvolvedores de apps, conteúdo e jogos.

Mas não podemos deixar de considerar as barreiras acima, assim como não podemos deixar de lado o fato dessa ser apenas a primera versão do produto.

Mágico e revolucionário? Talvez: a Apple TV foi lançada com grande estardalhaço, assim como o Newton, mas ambos não vingaram. Por outro lado, sucessos como iPod e iTunes levaram um tempo para embalar, ao contrário do iPhone, que foi um sucesso imediato.

Enfim, minha capacidade de prever o futuro não é como a do Cavallini ( leiam o livro Marketing Depois de Amanhã, recomendo), mas há de se esperar um pouco para poder fazer uma análise mais profunda do impacto do iPad. Pelo menos até termos o produto em mãos e não apenas vídeos e protótipos.

(apenas para constar: meu primeiro notebook foi Apple e amo meu iPod Touch. Mas prefiro BlackBerry ao iPhone e estou muito contente com meu netbook.)

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A pergunta que não quer calar

Ok, o iPhone é bloqueado nos EUA. Mas, na França e Alemanha a Apple foi obrigada a vendê-lo desbloqueado.

Se eu comprar um iPhone desbloqueado em Paris ou Berlin, será que ele funciona no Brasil?

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