Arquivo de maio \28\UTC 2012

Adnetworks&exchanges: a semana de 20/05-26/05

Facebook adnetwork vem aí?

Continuam as especulações. Veja o que disse David Kirkpatrick ao Techcrunch.

Advestising.com segue sendo principal fonte de crescimento da AOL

Apesar das várias iniciativas, é da sua adnetwork que o dinheiro vem. Leia no Adexchanger. Aliás, tem uma lista de notícias interessantes no Adexchanger que vale conferir.

E mais um artigo para acabar com dúvidas sobre RTB

Uma das queixas é que as exchanges jogam o preço no chão. Mas com RTB é o mercad que dita o valor justo. Leia no Digiday. De quebra, leia também um ótimo texto sobre compra de mídia em tempo real.

E para fechar, mais um show do Terry Kawaja, desta vez no CM Summit.

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Adnetworks&exchanges: a semana de 13/05-19/05

Mais um artigo desmistificando a compra de mídia display

Olha, o artigo no Digiday é ótimo, mas vamos ser sinceros: comprar mídia online é bem mais complicado que os outros meios.

Kawaja defende um “sistema operacional”para a mídia display

Novamente ele tocou neste ponto em sua apresentação no CM Summit. O GigaOm fez a cobertura.

Um ano depois, Neal Mohan revisita suas previsões para display

Ano passado no Innovation Days do IAB, Neal Mohan, VP do Google, fez uma série de previsões sobre o mercado. Um ano depois, elas ainda fazem sentido? Ele fez uma atualização durante no Digital Media Summit, evento anual organizado pela LUMA Partner. Ele próprio escreve no blog da DoubleClick.

190 bilhões de impressões servidas no Brasil durante o primeiro trimestre.

É o que diz a comScore. Mas este não é o inventário total de display disponível aos anunciantes, já que diversas networks e exchanges vendem inventário de sites internacionais, segmentado para IPs brasileiros.

RealMedia comercializa rede sul-africana no Brasil. Mas…

A Ad Dynamo chega ao Brasil representada pela RealMedia, anuncia o PropMark. Por outro lado, a RM não adquire mais inventário na RightMedia e nem DoubleClick AdEx. É no mínimo curioso uma adnetwork representando outra em tempos de adexchanges. Estratégia caranguejo?

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Privacidade online sem radicalismos

Nossa vida hoje está toda online, seja em sistemas abertos ou fechados.

Seus dados comerciais, pessoais, tudo pode ser acessado via internet, goste você ou não. Seu celular rastreia, até mesmo quando desligado, sua localização, você já viu isso em inúmeros filmes.

Eu sou fervoroso usuário do Facebook. Disponibilizo fotos, faço check-in e tudo mais o que o site permite. Mas procuro limitar o acesso, criando listas e dividindo os amigos dos “amigos”. Uso bastante o Twitter, este mais para trabalho. MSN e GTalk abandonei, graças ao Facebook, mas passava o dia todo online. Google Plus? Não me seduziu, ainda. Nem o Instagram e Pinterest, onde posto mas não entro para ver o que outros postaram.

Já conheci algumas pessoas online e ficamos bons amigos antes mesmo de nos conhecermos pessoalmente. Por exemplo, colaboro escrevendo artigos no site Webinsider desde 2003 e nunca me encontrei com o sócio e editor.

Por outro lado, nossa declaração de imposto de renda é enviada via internet. Por mais que digam que o sistema é inviolável, sabemos que nem sempre é assim. Não é de hoje que você encontra em camelôs as famosas listas de nomes e contatos da Receita Federal, muito usadas em spam e, antes da internet, malas direta. Sem sua autorização.

Uso a internet praticamente para tudo.

Banco? Internet
Compras no supermercado? Internet
Ingressos pra cinema? Internet.
Televisão? Assisto os seriados norte-americanos via web.
Música? Downloads online, claro.
Viagens? Hotéis e passagens compradas sempre online, sempre!

Via internet você pode até mesmo monitorar a segurança de sua casa. Pense bem e veja o quanto a internet está dentro de sua vida hoje.

Ok, você pode até não ser um “radical” online como eu. Meu pai, por exemplo. Avesso a tecnologia. Tem um celular que quase não usa e o modelo mais simples que existe (pessoalmente, acho o iPhone mais simples que o dele, mas enfim…). Não tem computador, não tem internet, nunca teve um dvd, parou no videocassete.

Isto, claro, não o impede de ser uma das pessoas mais bem informadas e articuladas para qualquer tema – de esporte a política, passando por história – que conheço. Mesmo ele vive comentando “como esses caras (leia-se políticos, comentaristas de futebol e outros menos graduados) na TV falam besteira. Pena que não tenho um computador e e-mail aqui, senão responderia no ato para eles”.

Se você fizer uma busca no Google pelo meu nome, serão milhares de resultados, mesmo excluindo os homônimos. Google aliás que botou fim em diversas discussões acaloradas em mesas de bar. Afinal, se você tem dúvida sobre algum assunto, não precisa mais perder horas filosofando e fazendo apostas sobre quem está certo ou errado. Dá um Google. Ok, concordo que nisso a internet só atrapalhou, pois nada como uma boa filosofia de boteco.

Existe uma grande discussão no mundo todo sobre privacidade na internet. A concentração de informação nas mãos de poucas empresas preocupa entidades da sociedade civil, pois isto pode ser usado de forma abusiva, especificamente para fins publicitários.

Legal, concordo. Mas pense bem: sua vida está toda online já, goste você ou não. Sabe meu pai, aquele que não acessa a internet? Pois é, tem informações sobre ele online, basta ir ao Google. Por outro lado, nos últimos quatro meses ele teve seu cartão clonado, possivelmente em postos de gasolina e restaurantes.

A discussão sobre privacidade é importante, sem dúvida, mas precisamos de cautela e evitar que aproveitadores – especialmente políticos – usem este pretexto para se promover e com isso prejudicar não apenas negócios saudáveis, como a publicidade, a produção de conteúdo e o comércio eletrônico, mas também a vida das pessoas, que usam a internet para trabalho e entretenimento.

Para exemplificar o absurdo a que o radicalismo pode nos levar, veja este site criado na Holanda por uma coalisão de empresas e o IAB. Ele respeita todas as normas de privacidade que vem sendo discutidas na Europa.

Experimente navegar e você vai entender do que estou falando.

(Artigo publicado na revista ProXXIma e no Webinsider.)

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Adnetworks&exchanges: a semana de 6/05-12/05

Pronto, mais um matou o banner!

Dan Greenberg, CEO da Sharethrough, escreveu no Digiday dizendo que banners e pre-rolls não funcionam e o futuro está no que ele chama de “formatos nativos” de cada site. Você concorda? Minha opinião: ele usa apenas como exemplos sites de redes sociais, o que torna a análise dele prejudicada. Quando vão desistir de matar o banner, que coisa chata isso!

Apps funcionam para publicidade?

Ótimo artigo no AdExchanger analisando as possibilidades criadas pelos apps e como agências, veículos e fornecedores de tecnologia estão se adaptando.

Consolidação no mercado de DMP?

Turn e eXalate anunciaram em press release integração de seus dados.

Investimentos em RTB não param de crescer

Veja dados da eMarketer. 

Viewable impressions: métrica do futuro para campanhas display?

É o que acha Joanna O’Connel, analista da Forrester, em artigo para o Adexchanger. Meu problema com isso é o IAB dizer que uma impressão é válida com apenas 50% do anúncio carregado. Absurdo.

 

 

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Quem passou pelo ProXXIma?

Eu! E vc, estava lá?

Mais vídeos do evento no canal ProXXIma no YouTube.

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Da série “coisas que apenas a publicidade contextual faz por você”

Pode fazer publicidade contextual em mídia offline? Sim, Claro!

(trocadilho inevitável)

 


(foto de Rudy Wielganczuk, postada no Facebook e compartilhada por um número cada vez mais de pessoas)

 

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Adnetworks&exchanges: a semana de 29/04-5/05

Semana passada estive em viagem novamente, acompanhando o primeiro evento de RTB do IAB UK. Casa cheia, conteúdo bastante interessante. Vou produzir um artigo sobre o que vi lá. Algumas notinhas interessantes que tive tempo de ler:

MediaMath lança uma agência de mídia

Talvez a grande notícia da semana: uma das maiores DSPs do mercado lançou sua própria agência, em operação separada. Leia mais no ClickZ. Para saber mais leia a entrevista com o CEO da MediaMath ao Adexchanger.

Como uma DMP chega ao perfil dos consumidores?

Esta eu acabei não publicando semana passada: a Navegg mostra em seu blog como identifica os perfis que oferecem ao mercado para veiculação de campanhas publicitárias. Vale a leitura, belo aprendizado.

Private exchanges: muito barulho por nada?

Belo artigo no Digiday. Acredito que criar private exchanges é um bom caminho para os portais brasileiros entrarem rapidamente no jogo de venda de mídia em tempo real.

Agências de publicidade vs empresas de tecnologia para publicidade. Choque inevitável?

O Exchange Wire tem um bom artigo sobre o assunto, já que cada vez mais parece que compra de mídia programa é o futuro da mídia online. Ou seria o presente? 😉

E, pra fechar a semana, o que Hitler acha da compra de mídia em tempo real? Mais uma pérola de Terry Kawaja.

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