Arquivo de março \26\UTC 2012

Adnetworks&exchanges: a semana de 18/3-24/3

AOL lança uma DSP.

Oi?! Pois é. É o que parece. Leia matéria do AdAge e veja você mesmo.

Yandex oferece RTB.

O “Google da Rússia” resolveu abrir espaço em busca de novos anunciantes tanto em Busca quanto Display. Leia Mais no Global Newswire.

Você sabe o que está rolando na Índia?

Lá também há diversas empresas querendo morder um pedaço do bolo. A pergunta é a mesma que eu faço sempre: tem dinheiro pra todo mundo? Confira artigo no Click Z.

Os novos formatos do IAB e as adnetworks.

Você já sabe que o IAB revisou pela primeira vez desde 2003 sua recomendação de formatos-padrão para campanhas display. O destaque são os “rising stars”, formatos maiores, que favorecem o branding. Leia entrevista para o Adexchanger.com com os executivos que lideraram o estudo.

Outros bons artigos:

Devo disponibilizar meu inventário em uma adexchange?

Faz sentido haver soluções de adserver distintas para veículos e agências?

RightMedia está a venda?

Nova aba do Adwords para campanhas display

Como Yahoo e AOL podem virar o jogo e retomar a liderança em display?

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“Uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade”.

Esta afirmação, proferida pelo ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels, nunca foi tão verdadeira e perigosa como nos dias de hoje, tempos de internet e redes sociais.

Ninguém mais checa fatos, deu no Twitter ou no Facebook, virou verdade absoluta.

Veja por exemplo a fantasiosa declaração de Zuckerberg sobre o comportamento dos brasileiros nas redes sociais. Ou as incontáveis citações de Arnaldo Jabor, Clarice Lispector e Caio Abreu criadas por anônimos. Ou o vídeo Kony 2012, com suas informações desatualizadas (este talvez um dos melhores exemplos de Propaganda dos últimos anos).

Cuidado com o que você lê. Cuidado com o que você escreve. Cuidado no que você acredita. E, principalmente, cuidado com o que você dá RT ou Like.

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A profissionalização da social media

Estamos vivendo dias muito estranhos, onde marcas querem ser pessoas e pessoas querem ser marcas. Já pensou nisso?

Os marqueteiros e publicitários só falam sobre storytelling e brand utility; e que “a publicidade de mão única morreu, as marcas precisam participar das conversas, contar histórias, serem úteis às pessoas para que daí, e somente daí, elas possam pensar em vender alguma coisa”.

Estranho, não é? Fabricar produto já não basta, você precisa criar conteúdo.

Como bem lembrou Arnie Gullov-Singh, CEO da Adly, uma social media advertising network, em seu artigo intitulado “Realitycheck: brands are not publishers”: apenas algumas marcas como Nike, Coca-Cola, Disney e McDonald’s, podem se dar ao luxo de atuar como agregadores de audiências da mesma forma que um produtor de conteúdo.

Porque construir audiência e mantê-la interessada requer uma infinidade e fluxo constante de novo conteúdo. E isso não é para qualquer empresa. Afora essas e outras poucas, o resto necessita realmente de uma estratégia muito melhor elaborada e de profissionais (ou empresas) altamente competentes na prestação de serviços que ele chama de “social media optimization”.

A batalha deste novo mundo é travada, como você já sabe, nas redes sociais. Aliás, Redes Sociais (isso me lembra o tempo em que escrevíamos Internet em vez de internet).

O que a maioria das empresas – especialmente no Brasil – ainda não percebeu que um “curtir” está muito longe de ser a métrica ideal para avaliar a eficiência e eficácia de seu relacionamento nas redes sociais.

Assim como o varejo fala em “leads qualificados”, há que se avaliar o real potencial deste fã, já que o objetivo final de qualquer empresa é vender (ok, ONGs à parte).

E isso você só consegue com uma análise detalhada de quem são os advogados da sua marca, de quem realmente interage de forma qualificada com seu perfil ou página. Então não basta mais dizer eu tenho perfil no Twitter e página no Facebook, pois todo mundo tem (ou deveria, pelo menos). Importa o quê você está fazendo lá, quais os benefícios para sua estratégia global e como você está utilizando as métricas disponíveis em seu benefício.

Além disso, com o aumento dos ambientes de relacionamento, a dificuldade em gerenciar as iniciativas sociais aumenta exponencialmente. O Orkut, apesar de grande, já não reina sozinho no Brasil nem Índia. O Facebook substituiu o My Space e domina o globo. Sua posição é cobiçada pelo Google Plus e o Twitter segue firme como um termômetro do que acontece em tempo real mundo afora.

A mais nova sensação nos EUA é o Pinterest, que tem 58% dos seus usuários do sexo feminino. A China tem a Ren Ren, cópia do Facebook, e a Rússia, na mesma linha, a VK.

Como resolver isso? Criar uma enorme equipe de analistas de diversas nacionalidades? Ou obrigar sua agência a fazê-lo?

Este ano o mercado brasileiro de redes sociais deve viver uma grande transição, tornando-se mais profissional, livrando-se dos aproveitadores que se auto-intitulam “experts”, mas que pouco podem agregar em termos de relacionamento e construção de marca a seus clientes.

Facebook e LinkedIn aportaram em 2011 e Tumblr, Twitter e outros seguem procurando a melhor forma de operar localmente. Mas e as agências (de publicidade, interativas, de marketing direto ou relações públicas), estão se preparando para essa profissionalização?

E as empresas, que são as maiores interessadas?

Ambas precisam de uma plataforma para gerenciar de forma unificada seu conteúdo (ou dos clientes) em todas essas redes, garantindo assim uma consistência na sua mensagem e interação com as audiências. Mas, mais importante de tudo: de forma qualitativa e não apenas quantitativa. Essas ferramentas complementam as de monitoramento e as de otimização de publicidade, que hoje já são ofertadas no Brasil.

Não estou fazendo nenhuma profecia, mas uma analogia com o mercado de publicidade como referência: com o aumento do número de sites e a possibilidade de medir resultados de forma estratégica, as campanhas online são hoje veiculadas usando um adserver para controlar entrega e unificar relatórios.

Por que então não fazer o mesmo para gerenciar conteúdo em social media?

(artigo publicado na revista ProXXIma edição março/2012 e em minha coluna no Webinsider)

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Adnetworks&exchanges: a semana de 10/3-17/3

Semana passada aconteceu o primeiro evento do IAB sobre adnetworks& adexchanges. Você pode conferir minha apresentação via SlideShare.

Retargeting, Remarketing ou Remessaging?

Tire suas dúvidas em artigo de Shelly Ellis para o Marketing Land.

Facebook adnetwork.

Enquanto o assunto segue em especulação, o Facebook segue utilizando sites de terceiros em busca de tráfego e nosso usuários. Confira no TechCrunch.

Real Time Bidding. Futuro ou realidade?

Mais um bom artigo no Adexchanger, agora do CEO do The Rubicon Project.

Boas dicas sobre compra de audiência

Mais um artigo interessante no AdExchanger sobre a diferença entre comprar audiência e perfis demográficos.

Notícias da Europa: novidades do IAB, Hi-Mídia e muito mais

Pouco ouvimos sobre o mercado europeu, já que o Brasil espelha-se muito nos EUA. O Exchange Wire fez um apanhado de algumas notícias interessantes sobre a Europa. De quebra, confira o que rolou no Ad Trading Summit em Sydney.

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Mapa do mercado de display media no Brasil

Uma das referências mais utilizadas em todo o mundo quando fala-se sobre o mercado de display media é o slide criado pela Luma Partners LLC. Mais conhecido como o slide do Terry Kawaja.

Abaixo está uma versão brasileira, criado pela MBreak e obviamente inspirado pela versão norte-americana, e apresentado em primeira mão no evento do IAB Brasil sobre Adnetworks&Adexchanges. A minha apresentação completa está disponível no Slideshare.

É o primeiro raio-x deste mercado no Brasil. No quadro das agências, para evitar omissões e otimizar espaço, além dos grandes grupos, mencionamos as principais entidades que representam agências.

O slide inclui apenas empresas que operam localmente em nosso país, ou seja, aquelas onde todo o processo comercial é feito localmente, inclusive pagamento em Reais.

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Adnetworks&exchanges: a semana de 4/3-9/3

Navegg lança planos especiais para segmentação de audiência.

Acabou a desculpa para não conhecer ao máximo e segmentar a audiência do seu site: tem até um plano gratuito! Confira no site da Navegg.

3 dicas para melhorar o desempenho do seus banners

Confira as sugestões de Tony Zito, CEO da MediaForge.

DoubleClick Ad Exchange revê política e abre espaço para adnetworks

Até recentemente você podia adquirir inventário apenas de sites e não de redes. Isso mudou, conforme post no blog da DoubleClick. Mas será que SSPS e Adnetworks vão comercializar seus espaços lá? Veja no Adexchanger a opinião de várias empresas.

Branding garantido ou seu dinheiro de volta

Esta é a promessa da Undertone. Confira no MediaPost.

Mais uma mobile adnetwork na praça

A Moolah Media lançou uma rede cujo principal diferencial é a transparência: você pode ver exatamente onde sua campanha está rodando. Leia mais no TechCrunch.

E amanhã é dia do evento de Adnetworks&Exchanges do IAB, onde será lançado o primeiro guia de boas práticas do mercado brasileiro. Farei a apresentação de abertura do evento.

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Adnetworks&exchanges: a semana de 26/2-3/3

Muitas novidades vindas do IAB Annual Leadership, que aconteceu em Miami semana passada.

IAB lança atualiza pacote de padrões de banner

Depois de 9 anos, o IAB fez uma revisão e atualização na lista de formatos padrão para campanhas display. Confira as novidades e os formatos no site do IAB. E leia também no Market Watch: OpenX é a primeira adexchange a disponibilizar os novos formatos.

IAB lança site inspirado por DSP, SSPs, DMPs e Adexchanges

Leia entrevista com o Patrick Dolan, EVP & COO  do IAB sobre o novo site Data Driven Advertising.

DoubleClick Adexchange lança Ad Exchange Direct Deals Marketplace

Mais uma via evento do IAB: a partir de abril você não vai mais precisar telefonar ou mandar email para negociar, compra e executar mídia via a Adexchange do Google. Leia sobre estas e outras novidades no blog da DoubleClick.

CEOs debatem sobre o ecossistema de mídia display

Painel imperdível (mas que eu perdi) no IAB Annual Leadership. Veja o que as principais lideranças do mercado discutiram no painel For the Good of the Ecosystem: Ad Tech in the Hot Seat.

Afinal, por que comprar mídia display ainda é complicado?

Leia a opinião de Anthony Chen, do Yahoo, ao Marketing Land.

Por que os veículos reclamam da compra de mídia em adexchanges e em tempo real?

Simples, o preço cai. Esta pelo menos é a opinião de Nat Turner, co-fundador da Invite Media. Por outro lado, leia também uma defesa ao RTB, contra o fato dele beneficiar apenas so compradores de mídia e não os sites.

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