Arquivo de dezembro \22\UTC 2011

“We don’t have that in Brazil” :-)

Faço minhas as palavras delas. Boas Festas!

(assista até o fim pra entender o título do post)

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Ignition 2011, um dos melhores eventos do ano

Recentemente estive em New York para o Ignition 2011, que foi um dos melhores eventos internacionais que acompanhei neste ano nos EUA.

A grade era bastante promissora e incluía, entre outros executivos de destaque, Sheryl Sandberg (COO do Facebook), Adam Bain (CRO do Twitter), Mark Cuban (dono do Dallas Mavericks, atual campeão da NBA e bilionário desde a época da bolha), Glen Beck (autor e apresentador de televisão) e Eliot Spitzer, ex-governador de New York (ou “Client 9” para os íntimos).

Você pode ler o artigo completo publicado pelo Prop&Mark ou no Webinsider.

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Adnetworks&exchanges: a semana de 11/12-17/12

Semana bastante movimentada, cheia de novidades!

MediaMath faz teste comparativos de DSPs.

E adivinha quem ganhou? Veja no site da MediaMath.

Forrester lança estudo sobre DSPs

Não gostou do teste da MediaMath? Leia este artigo no AdAge sobre um estudo da Forrester sobre DSPs. Se quiser uma cópia, baixe no site da DatXu.

Por quê os sites devem parar de vender inventário remanescente para terceiros?

A polêmica da semana! Eric Picard critica as soluções atuais para venda de inventário ocioso. Leia no iMedia Connnection.

47 maneiras de se comprar display ads

Ou tudo o que você sempre quis saber sobre compra de mídia online. Ou acabaram-se as desculpas para você não comprar mídia display. Leia no Click Z.

A nova dinâmica do mercado de mídia online

Ótimo artigo de Larry Allen, SVP Business Development, da 24/7Realmedia. Ele trata sobre o impacto de novas tecnologias – especificamente Real Time Bidding – na nova realidade de compra e venda de mídia. No Business Insider.

Glam prepara IPO

Uma das dez maiores audiências dos EUA, a Glam prepara a abertura do seu capital. Leia na Bloomberg quando será.

E não deixe de ler mais estas:

Comscore lança ranking de video adnetworks de novembro.

Microsoft acelera a parceria com Yahoo e AOL para venda de display

O que é digital place-based media?

CEO da Vivaki faz suas previsões para 2012

Vender audiência é o crédito podre do mercado de vídeo online. 

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O Google em números ( e que números!)

Apesar da diversificação, 97% da receita do Google ainda vem de publicidade. Apenas para você ter uma idéia, a divisão do bolo publicitário nos EUA é a seguinte: 65% vai para meios offline,21% vai para o Google e 14% para todos os outros sites somados!

Confira um infográfico bem detalhado sobre a empresa.

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Receita de bolo

Um dos exemplos mais antigos que dou quando me perguntam se é possível fazer construção de marca na internet é a analogia do outdoor: quando você vê um cartaz, você não para seu carro, chega perto e dá um tapa nele, antes de ir ao supermercado comprar o produto, certo? Com as campanhas de mídia visual na internet é a mesma coisa: você não precisa clicar para ter sido impactado pela campanha, caso contrário, estaríamos assumindo que 99% das campanhas online não funcionam, já que não receberam cliques, o que é uma grande bobagem.

Mas por que afinal até hoje há um debate se a internet é capaz de fazer branding ou não? Seu poder como canal de resposta direta está mais do que provado, haja vista os enormes investimentos em campanhas de busca, por exemplo. Mas será que alguma marca corajosa seria capaz de “desligar” sua campanha na televisão sem ver impactada seu desempenho me vendas ou imagem? Por outro lado, não resta dúvidas que ainda é possível para uma marca viver sem investimentos online (principalmente em nosso país, graças a predominância da tv aberta nos lares brasileiros). Veja o exemplo da Apple, que investe em comerciais e mídia exterior sempre que tem um produto novo a divulgar, mas nada em mídia online.

Você pode argumentar que Google, Facebook, Hotmail e outras marcas bastante valiosas cresceram sem nenhum ( ou quase nenhum) esforço publicitário – seja na tv ou online, valeram-se apenas do boca-a-boca. Verdade. Mas para um produto de consumo esta realidade ainda está longe de ser possível.

Uma das razões do porque ainda se questiona se é possível construir marca online está sem dúvida nas métricas: cliques e taxas de cliques, medidas de performance, ainda são as formas mais populares de medir-se sucesso de uma campanha, por mais que não queiram dizer muita coisa. O ROI virou o mantra de toda campanha, em um mundo cada vez mais dominado por algoritmos. Já escrevi algumas vezes sobre a proposta de GRP da internet, bancada especialmente por Nielsen e Facebook. Duvido que seja a melhor opção, mas se queremos reforçar a imagem de branding online, precisamos ir além do ROI e do clique.

Outro fator é o formato das campanhas: som, imagem, movimento são fundamentais para transmitir emoção e até bem pouco tempo o famigerado banner de 468X60 pixels de forma alguma é capaz disso. Qual foi a última vez que você chorou de emoção ao ver um banner? Ou um link patrocinado?  Ou ao se deparar com um QR code? Agora, graças a novos formatos de vídeo, uma ruptura está acontecendo e finalmente temos condições de envolver os consumidores como em outros meios.

Para finalizar, a verdade é que é preciso uma mudança de mentalidade: não restam dúvidas que o futuro da comunicação é multi-meios; as barreiras de on e off-line acabam existindo apenas em cabeças analógicas. A geração Y não vê o mundo assim. Precisamos de maneiras mais criativas para avaliar o desempenho das ações, independente dos meios, mas especialmente quando eles atuam em conjunto.

Depois não se queixem que os investimentos em publicidade online deveriam ser maiores. O fermento que fará o bolo crescer são as verbas de branding.

 

(texto publicado na coluna Poucas e Boas, da revista ProXXIma de dezembro 2011)

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Adnetworks&exchanges: a semana de 4/12-10/12

Banners na home do Google?

Pois é, parece que o Google está levando bem a sério a aposta em display. Veja o que diz o Business Insider.

24/7 Realmedia adquire a Panache

A empresa de tecnologia para campanhas online (ou se preferir fornecedora de adserver) do grupo WPP adquiriu a Panache, de tecnologia para vídeos. Leia o press release.

CDS lança nova adnetwork vertical, focada em entretenimento

Adorei o nome: Red Carpet Media! A notícia é da Reuters.

Tem nova DMP no mercado

A Epsilon lançou a Online Audience Central. Confira no site da própria Epsilon. Todo mundo quer um pedaço do bolo!

Adkeeper guarda seus anúncios favoritos

Lançada com um aporte de 40 milhões de dólares (!!) a Adkeeper é um grande arquivo de peças publicitárias para compartilhar com os amigos. Além de satisfazer o ego dos publicitários, será que é um negócio viável? Veja a opinião do Digiday. A coisa é complicada, pois você precisa ter um ícone na peça para poder arquivá-lo no site. Some-se a isso o novo ícone de privacidade e você comprometeu um bom espaço para a mensagem publicitária.

De novo o GRP da internet

A Tremor, adnetwork de video, fechou parceria com a Nielsen para apoiar a medição de seu conteúdo usando GRP. Leia mais no Digiday

Display ou Busca?

Bom post no blog da Navegg comparando as possibilidades, um bom incentivo estimular o investimento em mídia online.

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Adnetworks&exchanges: a semana de 27/11 a 3/12

Hoje o post saiu um pouco mais tarde, pois cheguei de viagem ao exterior. Mas vamos as novidades:

A repercussão das mudanças na RightMedia.

Semana passada você leu aqui sobre as mudanças ao acesso à RightMedia Exchange, implementadas pelo Yahoo. O Adexchanger ouviu alguns dos principais executivos do mercado . Saiba o que eles tem  dizer.

Guia das adnetworks mobile

Ótimo material publicado pelo iMedia Connection.

DoubleClick faz alterações em seu adserver para anunciantes

Veja as novidades do DFA.

Navegg dá uma aula sobre segmentação em rede

Semana passada a Navegg fez um post detalhado sobre segmentação de audiência. Se você gostou, não perca este detalhando a segmentação em rede, ou seja, em mais de um site.

Adobe adquire a Efficent Frontier

A EF comecçou como agência de links patrocinados ( nunca fizeram SEO) e cresceu como uma das mais importantes dos EUA. Foi ainda uma das primeiras a migrar para o modelo de compra de mídia display em tempo real. Agora foi adquirida pela Adobe, em um movimento ousado. Finalmente parece que o Google encontrou um concorrente em uas ambições de dominar o mercado display nos EUA. Veja no Adexchanger.com as reações do mercado sobre esta transação.

Solucionando o problema de transparência das adexchanges

Ou pelo menos aqui estão algumas sugestões para lidar com este mal crônico. Artigo no AdAge.

A morte da semana

Depois do assassinato do CPC e a morte do CPM, esta semana mataram os banners. De novo!

E pra fechar, veja este ótimo mapa do Business Insider sobre as startups de New York.

 

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