Arquivo de maio \30\UTC 2010

Alô Adidas: internet não é mídia impressa

A vaca foi pro brejo na sexta-feira, quando o Orlando Magic perdeu o jogo 5 das finais da conferência leste da NBA para o Boston Celtics.

2 dias. 48 horas. Uma eternidade na internet.

Mesmo assim, ao acessar o site da NBA hoje – domingo – está lá o anúncio da Adidas com o Dwight Howard, cuja missão, segundo o texto na própria peça, é “levar o Orlando ao título”.

Detalhe: campanha em português e, muito provavelmente, comprada via rede de conteúdo do Google, o que só aumenta o problema, pois basta entrar no sistema e pausá-la. E depois trocar por outra peça, simples assim.

E tem mais: quando você clica e entra no hotsite…”estamos entre os 16 times que foram para as finais…”.

Hello, vocês já estão fora! Out! Finito!

Uma coisa é o anúncio na revista ou jornal, que você só pode corrigir na edição seguinte, às vezes apenas na próxima semana ou mês. Agora na web…isto é imperdoável!

(dica para a Adidas e sua agência: aproveite que vocês patrocinam também o Kevin Garnett, que joga no finalista Boston, e atualizem a campanha)

1 comentário

Palestra sobre Adnetworks na ESPM – o conteúdo

Semana passada fui convidado a dar uma aula-palestra sobre Adnetworks na ESPM.

Fazia um bom tempo que não “enfrentava” uma turma de graduandos do período noturno: é um desafio manter o pessoal concentrado e acordado.

🙂

O resultado vocês podem conferir aqui no blog da classe, que gentilmente postaram o resumo do conteúdo apresentado.

Deixe um comentário

Discutindo as Adnetworks em New York

No iníco deste mês aconteceu em New York o evento Networks&Exchanges: IAB Marketplace.

Foi uma excelente oportunidade de ver para onde caminha o mercado de redes de publicidade (adnetworks) e leilão de anúncios (ad exchanges). Especialmente para conferir o quanto ainda temos que percorrer e nos desenvolver localmente.

Por exemplo, enquanto lá são mais de 190 empresas disputando o bolo, aqui temos apenas uma dúzia de redes, nenhuma exchange realmente aberta ao mercado (o acesso é feito apenas através de algumas adnetworks que distribuem seu inventário) e um ou outro provedor de analytics interessado em entrar no segmento.

Do lado das agências não há sinal de que as Demand Side Platforms possam operar aqui no curto prazo, até devido a proibição das agências de mídia. Já do lado dos veículos, os pequenos ainda optam em sua maioria por apenas incluir uma tag do Adsense,sem avaliar a oportunidade com outros fornecedores (nos EUA há um segmento apenas para isso, os Yield Optimizers, que dizem ao site qual rede lhe dá maior rentabilidade).


Delegação brasileira (beeeem mais enxuta do que no MIXX): Octavio Fabri (aUnica), Roberto Eckersdorff (aUnica) e eu, claro.

Enfim, espero que o IAB brasileiro reconheça a importância deste segmento, assim como o IAB fez nos Estados Unidos ao criar um comitê específico.

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: