Arquivo de outubro \30\UTC 2008

Recordar é viver

E o Cuil, que fim levou? Lembra dele?

Pois é, mais um Google killer que desponta para o anonimato, como diria Millôr Fernandes.

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SES Chicago 2008

Depois de palestrar no Ad:Tech Miami e SMX Buenos Aires, fecho minha agenda de apresentações internacionais em 2008 com chave de ouro: é com satisfação que fui convidado a compor o painel Search Around the World: Europe, Asia/Pacific & Latin America no evento Search Engine Strategies Chicago 2008, que acontecerá entre 8-12 de dezembro.

Esta é a primeira vez que um profissional latino-americano é convidado para o evento, que é um dos mais conceituados do mundo.

O painel conta ainda com pesos-pesados como Erica Schimdt, Global Search Director da Isobar, e Motoko Hunt, co-chairperson da SEMPO Japão, que esteve recentemente palestrando no SMX São Paulo.

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Primo Pobre, Primo Rico

Boas notícias: saiu a mais recente parcial do projeto Intermeios e os investimentos em publicidade online continuam crescendo. O acumulado até agosto chega a 449 milhões de reais.

Enquanto isso…a Rede Globo fechou as cotas de patrocínio do futebol 2009: 5 cotas a 121 milhões cada, totalizando 605 milhões de reais.

Além disso, já vendeu as 5 cotas de Fórmula 1, amealhando mais 265 milhões.

E ainda falta Carnaval e Big Brother…

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Você já acessou o Hotmail usando o Chrome?

Tenho usado bastante o Chrome para navegar pela web, já que sou grande fã do Safari (que possui a mesma “base” do browser do Google), apesar de não ter um Mac.

Mas, você já experimentou acessar o Hotmail usando o Chrome? Dá uma olhada na mensagem que a Microsoft preparou para você…

Você pode usar até mesmo um produto da Apple para extrair o melhor do Hotmail, mas do Google não!
🙂

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Coisas que só a publicidade contextual faz para você

Olha o título do texto, as últimas notícias, o gráfico da bolsa e, por fim, o anúncio em destaque…

Ainda bem que o anunciante só paga pelo clique.
🙂

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É ou não é?

Acabei de ler um artigo no Caderno Propaganda e Marketing em que um único parágrafo reúne as seguintes expressões: Branding Deconstruction, Undervocer Marketing, Ambush Marketing, Brand Content e Persuabilidade.

Caramba, será que terei que mudar de opinião, voltar atrás, dar o braço a torcer e reconhecer que internet é complicada sim?

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MURALHA ou murinho?

Não sou muito de fazer posts “copiar-colar”, mas resolvi abrir uma exceção, já que a Veja desta semana tem uma matéria sensacional chamada “Fique fora dessas”, sobre as famosas listas dos lugares que você precisa conhecer antes de morrer.

Tive uma experiência dessas na Murallha da China, que é bem mais baixa do que você pode imaginar e gera um certo anti-clímax quando você imagina uma MURALHA e mais parece um murinho quando você posa para uma foto.

Enfim, a matéria é de Bel Mogerdaui e reproduzo o que interessa para o post:

Visitar o Taj Mahal — Conhecer o mausoléu transformado em declaração póstuma de amor é item obrigatório dos viajantes aventureiros. Atente-se para o fato de que o monumento é cercado de Índia por todos os lados: o rio cheira mal, o calor é insuportável, mendigos imploram por trocados e, acima de tudo, há turistas demais. Todos, sem exceção, tirando fotos que serão versões pioradas das imagens dos cartões-postais e guias de turismo. “Eu estive no Taj Mahal e acho que acontece o mesmo que com as pirâmides do Egito e com Machu Picchu: já vimos tanto na televisão e em fotos que, ao vivo, não são tão bonitos. Também dizem que é incrível mergulhar nas Maldivas, mas eu nem sei nadar. E aposto que muitas daquelas cenas eu vi em Procurando Nemo”, disse Wilson a VEJA.


Conhecer vinho
– Algumas pessoas nasceram no terreiro, outras no terroir. É possível, com grande esforço, fazer a transposição de um para o outro. Se não tiver jeito para a coisa, faça como todo mundo e escolha o vinho pelo preço. Saiba que a lei da oferta e da procura funciona: os mais caros são os melhores e os menos caros são os não tão bons.

Aprender outra língua – Grego antigo, alemão moderno, mandarim? Quem já fala no mínimo outros três idiomas pode se dispensar da obrigação. A regra só não serve para mulheres solteiras que querem usar o método de aprender italiano, na Itália, usando o universal e comprovado método de namorar um local.

Ler Guerra e Paz – Ou Ulisses, ou a Ilíada. São obras-primas da literatura, é verdade. Mas ninguém é obrigado a ler suas centenas de páginas se não aproveitar de verdade. Em resumo: não acabe um livro de que você não gosta. Leia outra coisa.

Completar uma maratona – Não basta caminhar na esteira, correr no parque, gastar o calçadão? Para os obcecados por saúde, quem nunca correu 42 quilômetros, como o soldado grego Feidípedes (que morreu depois de completar o trajeto entre Maratona e Atenas), é um sedentário comedor de pipoca na frente da televisão. Se der muita vontade, deite e espere passar.

Pôr em prática o Kama Sutra – Ou fazer sexo na praia. Ou no avião. Sexo é prazer, não competição. “Desde quando contorção corporal é coisa erótica?”, pergunta Jordison em seu livro. Sem o peso da obrigatoriedade, quem sabe surjam umas idéias.

Assistir a Boca Juniors e River Plate no Bombonera, em Buenos Aires – Ou ao Fla-Flu no Maracanã, a Corinthians e Palmeiras no Pacaembu (quando o Timão sair da segunda divisão). Quem torce por algum dos times já foi. Quem não torce ficará impressionado por não mais que quinze minutos. E ainda restarão 75 – de péssima comida e banheiros muito, muito sujos.

Pular de pára-quedas – Ou fazer bungee jumping. Ou, radicalismo dos radicalismos, praticar o “zorbing”, assustadora modalidade em que o praticante é colocado em uma bola gigante, muitas vezes cheia de água, que rola morro abaixo. “Nunca tinha ouvido falar nisso até ler as listas do que fazer. Se você é viciado em adrenalina, faz sentido. Eu sofri um acidente de carro e posso dizer que a sensação é a mesma. Taquicardia, frio e tremedeira. É muito desagradável”, descreve Jordison.

Ir a uma praia de nudismo – Além de correr o risco de sofrer queimaduras em áreas nunca dantes bronzeadas, você se sentirá inferior diante de corpos mais bonitos ou constrangido por outros nem tanto. E passará o dia sendo examinado por estranhos.

Ficar rico – Se não ficou até agora…

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