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A profissionalização da social media

Estamos vivendo dias muito estranhos, onde marcas querem ser pessoas e pessoas querem ser marcas. Já pensou nisso?

Os marqueteiros e publicitários só falam sobre storytelling e brand utility; e que “a publicidade de mão única morreu, as marcas precisam participar das conversas, contar histórias, serem úteis às pessoas para que daí, e somente daí, elas possam pensar em vender alguma coisa”.

Estranho, não é? Fabricar produto já não basta, você precisa criar conteúdo.

Como bem lembrou Arnie Gullov-Singh, CEO da Adly, uma social media advertising network, em seu artigo intitulado “Realitycheck: brands are not publishers”: apenas algumas marcas como Nike, Coca-Cola, Disney e McDonald’s, podem se dar ao luxo de atuar como agregadores de audiências da mesma forma que um produtor de conteúdo.

Porque construir audiência e mantê-la interessada requer uma infinidade e fluxo constante de novo conteúdo. E isso não é para qualquer empresa. Afora essas e outras poucas, o resto necessita realmente de uma estratégia muito melhor elaborada e de profissionais (ou empresas) altamente competentes na prestação de serviços que ele chama de “social media optimization”.

A batalha deste novo mundo é travada, como você já sabe, nas redes sociais. Aliás, Redes Sociais (isso me lembra o tempo em que escrevíamos Internet em vez de internet).

O que a maioria das empresas – especialmente no Brasil – ainda não percebeu que um “curtir” está muito longe de ser a métrica ideal para avaliar a eficiência e eficácia de seu relacionamento nas redes sociais.

Assim como o varejo fala em “leads qualificados”, há que se avaliar o real potencial deste fã, já que o objetivo final de qualquer empresa é vender (ok, ONGs à parte).

E isso você só consegue com uma análise detalhada de quem são os advogados da sua marca, de quem realmente interage de forma qualificada com seu perfil ou página. Então não basta mais dizer eu tenho perfil no Twitter e página no Facebook, pois todo mundo tem (ou deveria, pelo menos). Importa o quê você está fazendo lá, quais os benefícios para sua estratégia global e como você está utilizando as métricas disponíveis em seu benefício.

Além disso, com o aumento dos ambientes de relacionamento, a dificuldade em gerenciar as iniciativas sociais aumenta exponencialmente. O Orkut, apesar de grande, já não reina sozinho no Brasil nem Índia. O Facebook substituiu o My Space e domina o globo. Sua posição é cobiçada pelo Google Plus e o Twitter segue firme como um termômetro do que acontece em tempo real mundo afora.

A mais nova sensação nos EUA é o Pinterest, que tem 58% dos seus usuários do sexo feminino. A China tem a Ren Ren, cópia do Facebook, e a Rússia, na mesma linha, a VK.

Como resolver isso? Criar uma enorme equipe de analistas de diversas nacionalidades? Ou obrigar sua agência a fazê-lo?

Este ano o mercado brasileiro de redes sociais deve viver uma grande transição, tornando-se mais profissional, livrando-se dos aproveitadores que se auto-intitulam “experts”, mas que pouco podem agregar em termos de relacionamento e construção de marca a seus clientes.

Facebook e LinkedIn aportaram em 2011 e Tumblr, Twitter e outros seguem procurando a melhor forma de operar localmente. Mas e as agências (de publicidade, interativas, de marketing direto ou relações públicas), estão se preparando para essa profissionalização?

E as empresas, que são as maiores interessadas?

Ambas precisam de uma plataforma para gerenciar de forma unificada seu conteúdo (ou dos clientes) em todas essas redes, garantindo assim uma consistência na sua mensagem e interação com as audiências. Mas, mais importante de tudo: de forma qualitativa e não apenas quantitativa. Essas ferramentas complementam as de monitoramento e as de otimização de publicidade, que hoje já são ofertadas no Brasil.

Não estou fazendo nenhuma profecia, mas uma analogia com o mercado de publicidade como referência: com o aumento do número de sites e a possibilidade de medir resultados de forma estratégica, as campanhas online são hoje veiculadas usando um adserver para controlar entrega e unificar relatórios.

Por que então não fazer o mesmo para gerenciar conteúdo em social media?

(artigo publicado na revista ProXXIma edição março/2012 e em minha coluna no Webinsider)

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Um diz que sim, outro diz que não. E um terceiro diz que ainda não.

Esse é o debate entre os institutos de pesquisa sobre quem é o líder das redes sociais no Brasil, Orkut ou Facebook?

Segundo o Ibope divulgou no início de setembro, o Facebook pos fim ao reinado do Orkut.

Na semana seguinte a comScore disse que não: o Orkut ainda é o líder no Brasil.

Aí no DigitalAge hoje a Hitwise disse que ainda não: o Facebook só vai passar o Orkut em janeiro de 2012.

Tá fácil né?

Quem perde com isso é o mercado online, pois enquanto o uso de redes sociais não para de crescer – seja quem for o maior – o anunciante fica perdido, sem entender os números e metodologias. E segue investindo na televisão, onde ele sabe direitinho quem é quem.

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Quanto vale a internet no Brasil?

A Época Negócios que está nas bancas traz uma ótima reportagem de Guilherme Felitti sob o título “A Década Digital Brasileira”. O Texto aborda o crescente interesse de empresas internacionais em operar localmente, pegando principalmente a “rixa”entre Google e Facebook.

Acompanhando a reportagem, o site da revista publicou um ótimo vídeo com dados globais sobre a internet em nosso país nunca antes compilados juntos. Vale conferir!

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O Facebook cresce, mas o Orkut resiste

O objetivo do quadro abaixo, publicado orginalmente no Business Insider do Silicon Alley Insider, é mostrar o crescimento vertiginoso do Facebook no mundo todo, tipo “não tem pra ninguém!”.

Mas…

O observador mais atento vai notar que, de todos os listados, o Orkut é o único que se mantém praticamente estável durante praticamente todo período analisado. Sua performance é comparável apenas a do Hi5, que também oscila muito pouco.

Porém, como é sabido, a audiência do Orkut é bem maior, apesar do gráfico não corroborar isso.

Fato 1: Facebook e Twitter crescem sem parar.

Fato 2: não descarte ainda o Orkut do jogo, em se tratando de Brasil, claro.

Fato 3: interessante mesmo seria saber o tempo de permanência dentro de cada rede.

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Google Buzz: e o Orkut, como fica?

O Buzz da semana foi o Google Buzz. Mas uma coisa me surpreendeu: e o Orkut, como fica nisso, afinal ele é (ou era) a rede social oficial do Google. Ou não?

A única pessoa que vi observar algo sobre isso foi o Ralphe Manzoni, da Isto É Dinheiro, no Twitter ao afirmar que “Não vi o Google Buzz (só ouvi o buzz), mas vocês não acham que o Google publicamente está abandonando o Orkut?.”

O fato é que, fora do Brasil o Orkut é considerado mais um dos fracassos do Google, junto com Google Video, Wave e outros.

Mas, porque o Google não inclui o Orkut entre os sites conectados ao Buzz? Até o Flickr, que é da concorrência está lá!

Na minha modesta opinião agregar o Orkut ao Buzz seria um grande impulso extra, pelo menos no Brasil.

Por outro lado, poderia aí sim ser uma demonstração de “abandono” do Orkut, no momento em que o site finalmente começa a decolar em receitas publicitárias.

E aí, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come?

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Decadência do Orkut?

Na semana que passou uma das grandes manchetes nos veículos especializados foi sobre a queda de audiência do Orkut: é o fim do Orkut? Chegou a decadência para o rei das redes sociais? Facebook e MySpace cresceram muito mais que Orkut.

Gente, muita calma nessa hora…

O Orkut tem mais de 15 milhões de usuário na América Latina, sendo a esmagadora maioria de brasileiros. O Facebook tem 360 brasileiros, MySpace 870 mil e o Sonico surpreedentes 1,5 milhões. Salvo engano o Twitter também já ultrapassou a casa do milhão milhão. Além disso, claro que os outros crescem mais, já que o Orkut está aí há mais tempo.

Ou seja, apesar disso e de todos os problemas enfrentados com a Justiça brasileira, o Orkut reina soberano – talvez não para os “mudernos” e os formadores de opinião, mas para a grande massa.

O interessante é que os dados vem da comScore, empresa de pesquisa que não tem atuação física no Brasil e demais países da região. Apesar disso, conforme já observei em post anterior, ela vem ganhando muito destaque como referências em métricas, a despeito do Ibope NetRatings que atua no Brasil há anos.

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Orkut: Estônia na frente do Brasil

Calma…não é em número de usuários não.

Conforme noticiado anteriormente, assim como o Facebook, o Google abriu a plataforma do Orkut para desenvolvedores de aplicativos (os famosos widgets).

Apesar de previsto para fevereiro, o sistema ainda não foi lançado no Brasil.

Quer experimentar? Basta mudar seu perfil para Estônia como país de residência que automaticamente surge a listinha de aplicativos disponíveis ( por volta de 15 por enquanto).

Sei que tem bastante gente que já experimentou, mas só soube disso agora e achei que valia um post.
;-)

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Novo Orkut no ar

A minha página já mudou ( foto) e a sua?

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Orkut visita o Brasil (foto)

Orkut Buyukkokten, que dispensa apresentações, está em visita ao Brasil.

Preparem os batedores, papel picado, banda e carros de bombeiro para receber aquele que, sem dúvida, é para grande parte dos brasileiros a maior estrela da internet.

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Criação de pesquisas no Orkut

Que o Orkut está exibindo anúncios brasileiros todo mundo já sabe. Ou não.

A novidade agora é que você pode realizar pesquisas de opinião dentro das comunidades.

Não posso confirmar se já está disponível a usuários brasileiros, pois não participo de nenhuma comunidade.

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