Arquivo de julho \23\UTC 2012

Adnetworks&exchanges: a semana de 16/07-21/07

Semana passada fiquei meio fora do ar, pois viajei ao exterior para participar de um treinamento e quase não li notícias. Mas separei estas:

O fim dos cookies.

Bom, pelo menos esqueceram um pouco dos banner né? Leia o que o CEO da Adchemy disse em entrevista ao AdExchanger.

O sucesso dos video ads.

Caso de sucesso da VideoGenie. Leia no MediaPost.

E aí, mais alguma nota interessante semana passada que eu perdi?

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Adnetworks&exchanges: a semana de 8/07-15/07

Adnetik agora é Digilant

Digital e Vigilant. Leia mais site da Digilant.

Futuro sombrio para o mercado de display?

Será que o fracasso da Microsoft na aquisição da aQuantive é um sinal de que o mercado é para poucos? Confira artigo no Business Insider.

Ford e DataXu inovando com Programatic Premium

Confira o site da DataXu para saber do que se trata.

Google lança “Mute this Ad”

Mais uma ferramenta para controlar sua campanha na Google Display Network. Detalhes no blog Google Adwords.

Co-fundador da MediaMath fala sobre a queda dos valores do CPM

Entrevista em vídeo no The Media Briefing.

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Quem está de olho em você?

Quer se divertir? Ou se assustar? Instale o Ghostery no seu navegador e veja quem está de olho em sua navegação.

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Adnetworks&exchanges: a semana de 01/7-07/7

Quais as implicações trazidas pelo modelo de private exchange do Facebook?

Logo no lançamento escrevi sobre a importância do Facebook aderir ao modelo de exchanges. Agora o CEO da Blinq Media faz uma análise para o AdAge, comparando APIs e a exchange.

O futuro da compra de audiência.

Veja no AdExchanger a opinião de Steve Plimsoll, CTO da MindShare, uma das maiores agências de mídia do mundo. E ainda no grupo WPP, Adam Smith diretor do GroupM na Inglaterra fala sobre real time bidding e o (mau) desempenho dos anúncios no Facebook. Aliás, não é só ele que gongou o Facebook: veja a opinião de Sir Martin Sorrell, CEO da WPP, ao The Guardian.

Microsoft joga a toalha e reconhece fracasso na aquisição da aQuantive.

Comprar a aQuantive foi a aposta da Microsoft para combater a aquisição da DoubleClick pelo Google em 2008. Enquanto em Mountain View tudo correu muito bem e levou o Google a liderança do mercado de adexchanges e display, em Seattle as coisas não deram tão certo. Leia no Digiday.

Guia prático sobre Big Data para agências.

Bom artigo no Mashable.

Saiba tudo sobre a VarrickMedia

Mais uma boa entrevista publicada no AdExchanger.

E se a RightMedia fosse vendida para a Criteo ou Xaxis?

Ótimo artigo no ExchangeWire. Leia, reflita, entenda.

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Social Media é coisa para profissionais. Não para sobrinhos.

“Isso mostra que você não entende nada de social media e nem de Facebook” me disse outro dia uma pessoa, após eu comentar que determinado artigo era uma das maiores bobagens que li nos últimos tempos.

Não. Não, entendo mesmo.

O fato de eu ter algumas centenas de amigos no Facebook, o mesmo volume de contatos no LinkedIn e pouco mais de mil seguidores no Twitter, não me faz um especialista no assunto. Assim como o fato do Tarcísio Meira ter feito dezenas de novelas não o faz um especialista em televisão.

Eu sou apenas uma pessoa que usa bastante as redes sociais para fins pessoais e profissionais. Não me julgo, não pretendo, nem nunca disse que sou um especialista no assunto.

Mas isso não me impede de emitir uma opinião, baseada em meus mais de 20 anos de carreira em publicidade, 16 deles na publicidade online: o mercado de social media no Brasil precisa mais do que nunca de profissionais e não de sobrinhos.

Sim, sobrinhos, este personagem que assola o mercado de internet desde os seus primórdios.

“Precisamos fazer um site!”

“Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet”.

Lembrou?

“Nosso site não aparece no Google!”

“Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet”.

Conhece esse?

“Precisamos de uma página no Facebook e de um perfil no Twitter!”

“Chefe, tenho…”

Entra ano, sai ano e os sobrinhos continuam por aí, assombrando as empresas.

Sobrinho, caia na real: o fato de você ter entre 18 a 25 anos e ter muitos amigos no Facebook e Twitter, não te faz um especialista em redes sociais. Muito menos um consultor.

Aliás, quem tem de cair na real são as empresas que, em sua maioria, ainda estão contratando sobrinhos, netos, primos e similares para cuidar de sua imagem e comunicação nestes ambientes. Quando na verdade, elas deveriam estar buscando profissionais de comunicação, publicidade, relações públicas e afins.

Durante alguns meses tive entre meus clientes uma empresa norte-americana da área de social media. Ela recentemente foi vendida por estimados 300 milhões de dólares a uma grande corporação. O serviço que eles prestam é algo que as empresas brasileiras com mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter ainda não adotou. Aqui só se fala em comprar campanhas no Facebook e acompanhar o que estão dizendo sobre você no Twitter. Mas a gestão do conteúdo ainda é feita de forma manual, arcaica e sem uniformidade na estratégia, o que proporcionaria métricas mais eficientes.

Poucas semanas depois deste meu cliente ter sido vendido, seu maior concorrente foi adquirido por outra empresa por 689 milhões de dólares. Ambas transações saíram no AdAge, no Business Insider e em diversos sites especializados, tanto de publicidade como de tecnologia. Mas nem uma linha em nossos grandes veículos.

Enquanto o brasileiro ainda se preocupa em oferecer desconto pra conseguir mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter, as empresas norte-americanas falam de engajamento e construção de marca.

Por aqui, o gerenciamento ainda é feito de forma manual, site a site; nos EUA a estratégia é pensar todas as redes sociais de forma coordenada e com a garantia de que o acesso ao conteúdo será perfeito via qualquer plataforma.

No Brasil, a presença das empresas em redes sociais ainda é vista como novidade e os veículos do trade colaboram, ao noticiar que tal empresa agora tem página no Facebook (desde quando isso é notícia?). Nos EUA, as empresas já pensam em ROI, pois presença nas redes sociais é obrigatória e deixou de ser novidade faz tempo.

Enquanto lá eles usam uma plataforma para o gerenciamento eficiente, aqui a maioria ainda usa sobrinhos.

Biz Stone disse em um evento: “Eu criei o Twitter, mas não sou especialista em social media”.

E você aí se achando, né Sobrinho?

(texto publicado na revista ProXXIma de julho)

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Adnetworks&exchanges: a semana de 25/06-30/06

Depois de um pequeno hiato por conta de trabalho e viagens, segue o que andei lendo de bom semana passada.

Terry Kawaja e os anos de ouro da tecnologia para publicidade

O artigo é do dia 20, mas Kawaja é sempre prioridade. Leia no Adexchanger. De quebra, veja o KitchenScape da MediaMath, cujo objetivo é mostrar que muitas vezes vendemos dificuldades em tarefas que são simples.

Hearst lança adexchange fechada para os sites de suas revistas

Mais uma adesão ao modelo de compra em tempo real. Mais uma forma de movimentar inventário ocioso. Mais uma vez não sei porque no Brasil seguem ignorando isso. Leia no AdAge. De quebra, veja o vídeo de 4 minutos de Jay Sears, VP da Rubicon Project, em evento do IAB.

Presidente da AppNexus fala sobre o crescimento do Real Time Bidding.

Entrevista a eConsultancy. Já o CEO da AppNexus deu uma entrevista sobre o mercado alemão para o ExchangeWire.

That’s all folks!

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